O que Itapagipe compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Itapagipe compraram US$ 3,14 milhões de outros países. É 7% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 3,37 milhões.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Itapagipe ficou em 123º lugar. No Brasil, em 990º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
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- 1Papel, cartão, pasta de celulose e mantas de fibras de celulose…1.418 toneladasUS$ 3,14 milhões100%
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Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 1,57 milhão
- 2022US$ 1,41 milhão
- 2023US$ 3,27 milhões
- 2024US$ 3,21 milhões
- 2025US$ 4 milhões
- 2026 (até setembro)US$ 2,24 milhões
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Itapagipe
Quanto Itapagipe importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Itapagipe (MG) compraram US$ 3,14 milhões de outros países: 1 produto, de 4 países.
O que Itapagipe mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Papel, cartão, pasta de celulose e mantas de fibras de celulose… (100%).
De quais países Itapagipe mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (69%), Hong Kong (17%), Suíça (11%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.